Histórias Perdidas da Lusitânia

 
 
 
 

 

 

 

Bastão da Lua – nome atribuído nas Histórias Perdidas da Lusitânia a um artefacto ancoriforme, frequentemente representado em estelas da Idade do Bronze, que se presume ter sido um símbolo de autoridade. Aqui considera-se que representava o poder do chefe da tribo.

 

Caetra – pequeno escudo de formato côncavo, feito de madeira e couro, usado pelos Lusitanos e Galaicos.

 

Durio – nome antigo do rio Douro.

 

Estrímnios – são o povo mais antigo de que os historiadores clássicos nos deram notícia de ter habitado a Península Ibérica.

 

Falcata – espada de lâmina curva, côncava junto ao punho e convexa na parte superior da lâmina, de gume muito afiado, cujo formato sugere vagamente uma foice.

 

Galaicos – habitantes da Galécia. Conjunto de tribos, de origem indo-europeia, com uma forte afinidade cultural com os Lusitanos. Destacavam-se dos outros povos peninsulares pela forma aguerrida como combatiam.

 

Galécia – correspondia aos actuais territórios de Trás-os-Montes, Minho e Galiza.

 

Hispânia – nome antigo da Península Ibérica.

 

Lusitânia – território habitado pelos Lusitanos, era delimitada a norte pelo rio Douro e a sul pelo Tejo.

 

Mamoa – monte artificial, feito de terra ou pedra, que cobria a câmara das antas.

 

Ofiusa – nome pelo qual era designado o território dos Sefes – Terra das Serpentes – embora nesta história esse nome tenha sido atribuída à divindade que adoravam.

 

Sefes – segundo o geógrafo romano Avieno, os Sefes expulsaram os Estrímnios e ocuparam um território no ocidente peninsular que se estendia até à foz do Sado. Este povo tinha por animal totémico a serpente.

 

Torques – espécie de anel usado em volta do pescoço e aberto à frente. Era normalmente feito de ouro ou bronze.